Somos resultado de uma mistura de impressões diversas que produzimos e absorvemos nas mais variadas situações. Diariamente, vamos cumprindo nossos roteiros, desenvolvendo nossos planos e lidando diretamente com pessoas distintas, com as quais nos relacionamos para contribuir, aprender, ensinar, construir, divertir e amar. Porém, muitas vezes, as impressões emanadas destas relações nos corrompem a lógica criando fantasmas inexistentes. Somos contaminadas por impressões de que não estamos agradando, impressões de que não estamos sendo suficientemente amáveis, ou suficientemente produtivas. Temos impressão de que algo está errado, mas não conseguimos identificar o que, nem o motivo. Ficamos impressionadas com pequenos gestos alheios que parecem por vezes rudes, amáveis demais, desagradáveis, ou ainda muito pretensiosos. Nos exigimos cada vez mais, pois queremos passar uma impressão de controle absoluto, de perfeição - aquela que já aprendemos que não existe. Buscamos interpretar ações, palavras e atitudes, de forma que nos colocamos no centro da atenção de uma roda da qual não fazemos parte. E assim, não passamos uma boa impressão, e com isso sofremos ao interpretar um simples bom dia, ou pequenas mudanças de gestos. E basta um dia de reflexão para que possamos reorganizar as ideias e retomar nossas certezas. Percebemos que não precisamos impressionar ninguém, nem podemos nos deixar impressionar pelos outros. Sensações são meras sensações, não concretizam atitudes. Seguimos então sendo nós mesmas, com nossos próprios medos, nossos comportamentos típicos e nossas manias antigas. Continuamos sinceras nos nossos relacionamentos, agindo do nosso modo peculiar, dizendo o que pensamos sem nos impressionar com o externo e sem importar com as impressões que podemos causar.
Traçamos o que podemos e como queremos ser. Acreditamos que a união pode transformar a maneira como vivemos e existimos no mundo. A força feminina é fundamental para definir o papel de qualquer ser que na terra habite. Somos responsáveis pela criação. Blog criado e dedicado a todas as mulheres, afinal, dentro do universo feminino, Somos Uma Só.
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Impressões
Somos resultado de uma mistura de impressões diversas que produzimos e absorvemos nas mais variadas situações. Diariamente, vamos cumprindo nossos roteiros, desenvolvendo nossos planos e lidando diretamente com pessoas distintas, com as quais nos relacionamos para contribuir, aprender, ensinar, construir, divertir e amar. Porém, muitas vezes, as impressões emanadas destas relações nos corrompem a lógica criando fantasmas inexistentes. Somos contaminadas por impressões de que não estamos agradando, impressões de que não estamos sendo suficientemente amáveis, ou suficientemente produtivas. Temos impressão de que algo está errado, mas não conseguimos identificar o que, nem o motivo. Ficamos impressionadas com pequenos gestos alheios que parecem por vezes rudes, amáveis demais, desagradáveis, ou ainda muito pretensiosos. Nos exigimos cada vez mais, pois queremos passar uma impressão de controle absoluto, de perfeição - aquela que já aprendemos que não existe. Buscamos interpretar ações, palavras e atitudes, de forma que nos colocamos no centro da atenção de uma roda da qual não fazemos parte. E assim, não passamos uma boa impressão, e com isso sofremos ao interpretar um simples bom dia, ou pequenas mudanças de gestos. E basta um dia de reflexão para que possamos reorganizar as ideias e retomar nossas certezas. Percebemos que não precisamos impressionar ninguém, nem podemos nos deixar impressionar pelos outros. Sensações são meras sensações, não concretizam atitudes. Seguimos então sendo nós mesmas, com nossos próprios medos, nossos comportamentos típicos e nossas manias antigas. Continuamos sinceras nos nossos relacionamentos, agindo do nosso modo peculiar, dizendo o que pensamos sem nos impressionar com o externo e sem importar com as impressões que podemos causar.
Sentimentos racionais
Na batalha diária por
reconhecimento e vitórias, muitas vezes deixamos de lado a preocupação com os
sentimentos. Tornamo-nos duras, objetivas e ignoramos as sensações. Desviamos do
emocional e nos vinculamos fortemente ao racional. Racionalidade que
acreditamos ser a chave do sucesso, ela que sempre nos despeja eventos
concretos e efetivos.
Em meio a esse turbilhão de
verdades, aonde se aloja o sentimento mais puro e conservador de felicidade e
anseios? Por onde andam as alegrias e os devaneios? Estariam eles esquecidos em
algum lugar do coração, ou apenas adormecidos em latente vida estranha?
Lutamos contra a imaginação que
se fertiliza em um segundo apenas, nos inebriando de carinho e medo. Estamos
ficando duronas, ou apenas escondendo os sentimentos? Somos mulheres fortes, conscientes
da vida...temos força que nos seca e força que nos invade a alma.
Estaríamos simplesmente deixando
de lado boa parte do nosso ser mais íntimo, ou apenas apurando o viés da
clareza? Certeza não temos de nada, acreditamos e ignoramos premonições.
Estamos frias e calculistas, e ao mesmo tempo doces e apaixonadas.
O que nos falta é tempo para
refletir, pensar nos nossos desejos e lutar pelos afetos. Nossas vidas são como
uma receita, precisamos de todos os ingredientes bem dosados num equilíbrio
perfeito.
Objetividade não exclui paixão.
Racionalidade não afasta a intuição. Seres humanos vivem do amor, se norteiam
pela fé, se nutrem pelo ódio. Precisamos unificar objetividade e vida em uma só
palavra, em uma só atitude.
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