Companheirismo

Quando falamos em companheirismo, nem sempre nos referimos à amizade, mas talvez ao respeito e à compreensão entre duas pessoas.

Ser companheiro significa se doar a outra pessoa, dividir seu tempo com ela,  passar bons momentos, aceitar as diferenças e dividir lembranças.

Companheiros podem ser casais, irmãos, pais e mães, colegas, enfim, até mesmo amigos. Somos seres que vivem e sociedade e precisam de socializar para viver bem.

Precisamos de companhias para dividirmos sonhos e prazeres, para alcançarmos objetivos e superarmos metas, para inventarmos e criarmos novidades, para rirmos e chorarmos.

E companheiros são assim, vestem a camisa e frequentam lugares diferentes para agradar, escutam músicas de outro gênero e aceitam um filminho diferente só para acompanhar.

Companhias são sempre boas, delas se desenvolvem relações duradouras, laços infinitos.




A árvore da vida


Quando pensamos na árvore da vida, pensamos em toda a nossa existência, desde quando viemos ao mundo, até imaginarmos o momento em que deixaremos essa vida.

A árvore representa o crescimento e desenvolvimento pessoais, representa os frutos e a seiva que nos alimenta diariamente. Diz respeito às doenças que enfrentamos, aquelas que conseguimos superar e as que nos consomem como pragas.

Demonstra como sobrevivemos aos dias ensolarados e às tempestades, como dependemos da luz e do cuidado de outras pessoas e como podemos alimentar e servir a tantos outros, das mais variadas formas somos úteis.

A árvore da vida nos tranquiliza, nos mostra que temos um futuro pela frente, que podemos escolher o caminho a seguir, se seremos folhosos ou apenas caule.

Indica ainda nossa resistência, se necessitamos de água e luz diariamente, ou se somos do tipo que armazena nutrientes que no futuro serão necessários.

Cada indivíduo tem sua própria árvore da vida, e cuida dela de seu modo mais pessoal. Cada um conhece seus limites, suas satisfações e suas tristezas.

A árvore é como o destino, tem uma tendência certa, mas pode ser moldada ao longo dos anos, pode tomar uma forma totalmente diferente dependendo de onde está plantada, sendo tortuosa ou fina, alta ou arbustiva.

Precisamos cultivar nossas vidas como cultivamos as árvores e plantas, com muito amor e cuidado.

Na companhia do terror

Outra vez escutei a seguinte frase: "quando nos sentirmos sozinhos, basta ligar a TV em um filme de terror, que imediatamente não nos sentiremos mais sozinhos"...Mas a que se deve esse medo que temos do sobrenatural? Por qual motivo em sã consciência não acreditamos em quase nada, de dia brincamos sobre o assunto, mas a noite nos vemos amedrontados?

Filmes de terror são tão fictícios como os desenhos animados de heróis, tão cheios de pistas e dicas de sua inverdade, que quase não podemos aceitar nossa ingenuidade. Unem pessoas diferentes em um único sentimento assustador, e torna todos os sentidos humanos tão a flor da pele que um suspiro mais alto pode causar enorme estranheza.

Durante o filme, sabemos quais as cenas que mais nos amedrontam, acompanhamos o roteiro e conseguimos identificar o clímax por meio da trilha sonora, sabemos a hora de fechar os olhos e o momento de assistirmos com muita atenção aos detalhes. Quase nunca queremos olhar para as cenas ditas "feias", e sabemos que abaixar o som da TV espanta todo o qualquer ser que acreditamos estar conosco naquele ambiente.

Somos curiosos, não queremos nos assustar, mas nunca dizemos não a um bom filme de terror. Podemos até mesmo nos sentir acuados, mas a adrenalina é tão prazerosa quanto o medo. E aguardamos ansiosos pela próxima estreia, pelo próximo susto e pela próxima companhia macabra.



Programa de Índio

Programas de índio são aqueles que nos pegam de surpresa e nos colocam em cada cilada inexplicável. Normalmente não ficamos à vontade e não estamos preparadas nem fisicamente para esse tipo de programa. Mas são irrecusáveis e sempre envolvem agradar a uma outra pessoa. 

Os programas de índio aparecem normalmente quando estamos cansadas, quando não queremos sair de casa, ou ainda, quando já havíamos programado algo totalmente diferente e temos que mudar radicalmente os planos. Estamos vestidas para verão e o programa é num local muito frio, ou estamos agasalhadas e somos levadas para torrar no sol. 

Estamos com fome e o bufet é escasso, ou estamos super satisfeitas e temos que aceitar mais um prato para agradar ao anfitrião. Chove quando não temos sombrinha, estamos chiques quando o ambiente é casual, ou mal vestidas em um lugar super arrumado. 

Programas de índio são assim, mas uma coisa é certa, sempre envolvem as melhores companhias! Nunca nos esquecemos desses programas, simplesmente estamos com quem gostamos e gargalhamos muito! Temos fotos ótimas para recordar e muitos casos para contar!



                    

Medo

                                         

O medo é determinado pela nossa falta de confiança na vida. Quando respiramos entregamos ao nosso sistema o ato de inspirar e a vida se renova a cada expiração, portanto, nenhum medo ou receio nos atinge nesse momento.
A cada instante aprendemos a temer aquilo que nos incomoda. Sofremos várias fobias: de assalto, de perder o emprego, perder o amor, perder dinheiro, de sofrer, de altura, de dirigir, de animais peçonhentos, etc. São infinitas as possibilidades que desencadeiam o medo.
Quando abrimos as comportas das preocupações em nossa vida, passamos a ser vitimas daquilo que nos amedronta. A nossa existência torna-se pesarosa e criamos bolhas mentais que nos impedem de crescer e desenvolver espiritualmente e intelectualmente.
Somos responsáveis pelos nossos receios e tudo o que em nossa mente se instala e absorve. Esses sentimentos que nos bloqueiam podem ser transformados em envolvimento de prosperidade e amor.
Mudar a maneira em que enxergamos as situações cotidianas determina como iremos enfrentar todas as nossas preocupações e desconforto espiritual. A primeira iniciativa para modificarmos os nossos medos é saber que os temos e que esses são prejudiciais. As nossas mudanças mentais são realizadas a cada dia, e essa transformação exige tempo e paciência, afinal, são anos alimentando nossa psique com energias negativas.
Apesar de qualquer sentimento que tente te impedir de avançar realize aquela atividade a que se propôs. Somente dessa maneira conseguiremos vencer os medos que assolam a nossa mente.
Busque nutrir seu raciocínio com afeição e respeito. Respeitar os nossos medos sem alimentá-los é criar uma aprendizagem do que os move e podermos removê-los para que não nos impeça de ser feliz ou de realizar o que sonhamos.