Batalhamos diariamente para criar nossa própria identidade e nos fazer presentes no meio em que vivemos. Temos todas nossas diferenças e acreditamos nelas para desenvolver algo maior. Sabemos que as peculiaridades de cada pessoa são importantes e essenciais para os relacionamentos, mas a convivência diária muitas vezes nos faz perder o encantamento inicial, de forma que as características, antes tão atraentes, passam a representar meros defeitos. E essa nova visão nos torça céticas quanto à evolução alheia. Passamos a desacreditar no sucesso e no avanço, por estarmos simplesmente contaminadas por críticas. E pior, passamos a expor essas críticas na nossa forma "honesta e construtiva", no intuito de melhorar e ajudar o outro, enquanto na realidade, não percebemos que estamos completamente cegas e enganadas quando às conclusões a que chegamos. Muitas vezes, o objeto do desapontamento é exatamente aquilo que existe de incompleto em nós mesmas e que, por sua vez, expõe nossos próprios defeitos, que até então escondíamos. Precisamos ser maduras o suficiente para não julgar e não desmerecer o comportamento alheio, para nos libertar da visão pequena que nos impede de ver os potenciais, e, com isso, compreender que as diferenças não tornam uma pessoa melhor ou pior, mas simplesmente: única.
Traçamos o que podemos e como queremos ser. Acreditamos que a união pode transformar a maneira como vivemos e existimos no mundo. A força feminina é fundamental para definir o papel de qualquer ser que na terra habite. Somos responsáveis pela criação. Blog criado e dedicado a todas as mulheres, afinal, dentro do universo feminino, Somos Uma Só.
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Consciência do amor
Devemos desenvolver o amor de uma maneira ampla e profunda.
Somente a nossa capacidade em amar poderá trazer a nossa evolução pessoal e espiritual. Construímos barreiras em meio as incertezas vividas, e caminhamos diante de inúmeras expectativas. Somamos sentimentos, e deciframos desejos ocultos alheios as nossas vontades. O amor une e acolhe, desenvolve a paz e dita a personalidade. O convívio harmonioso depende desse sentimento de renúncia que necessita ser abnegado de qualquer egoísmo ou mesquinhez. Tamanha profundidade requer confiança e desejo de querer fazer o melhor. A entrega da alma ao Criador revela que precisamos estar atentos aos pequenos sinais da consciência e que podemos crescer através da confiança divina. Estamos envoltos pela nossas escolhas do passados e somente a nossa vontade pode modificar qualquer sentimento e atitude presente em nossa vida. Portanto, entregue-se a sua voz interior tudo aquilo que te direciona a viver no caminho do bem e da humildade, permitindo que o elo e a vontade do Senhor sejam bem recebidos.
Autoamor
Talvez o autoamor seja o sentimento mais necessário para a evolução humana. Quando respeitamos as nossas convicções internas e alimentamos o amor em todas as nossas atividades, passamos a desvincular todo o orgulho e vivemos na plenitude de nós mesmos. Caminhamos e já não necessitamos alimentar pensamentos mesquinhos e a simples companhia do outro faz somar as nossas realizações pessoais. Doamos o que temos de mais belo: o amor. E juntos transformamos todos os estágios de convivência em algo divino e livre de preconceitos. Somos mais compreensivos e as nossas habilidades se somam em uma união cármica. Quando nos entregamos ao outro de maneira intensa e verdadeira passamos a enxergar as suas vivências como experiências saudáveis e aprendemos unindo as nossas forças. Quando existe autoamor o ego silencia e o orgulho se esconde diante da luz intensa do amor. Que possamos alimentar o nosso amor próprio todos os dias e que esse seja o real motivo de estarmos vivos.
Bagagem
Quantas vezes reclamamos de alguém ou de alguma situação específica? Vamos acumulando mágoas e ressentimentos e nesse amontoado de sentimentos acabamos por carregar algumas tralhas que pesam as nossas vidas e magoam as pessoas que mais amamos.
Quem sabe repelimos exatamente os nossos erros através do que o outro diz, simplesmente porque somos levados a construir a nossa essência invariavelmente onde somos imperfeitos?
Vamos seguindo os nossos caminhos sem saber exatamente aonde vamos chegar, mas no momento em que sentimos um vazio pela falta do outro ou daquilo que sempre havíamos reclamado nos deixa desolados e passamos olhar aquela situação ou pessoa com olhos mais suaves.
Essa perda extrema é o reflexo de anos de rancor e a falta de compreensão nos momentos em que poderíamos agir com mais leveza e amor.
A dor da falta nos faz pensar em nossas atitudes e imaginamos como a vida poderia ter sido diferente se agíssemos de outra maneira.
Lamentar ou julgar os atos passados não transformam o nosso futuro, por isso devemos pensar antes de repetir as falhas do passado.
Sofremos e fazemos sofrer, mas quem sabe esse excesso de bagagem pode ser despejado em algum local neutro e possamos caminhar com mais tranquilidade?
Saber entender que somos imperfeitos e que erramos em todos os instantes talvez amenize as nossas fragilidades, mas devemos aceitar que a mudança deve ser realizada. Esse processo é longo e difícil e devemos ter coragem para buscar a nossa felicidade.
Simplicidade
Vivemos nas urgências dos encontros, no sincronismo do consumismo desenfreado, no desejo frenético em conhecer o barzinho da moda, de satisfazer a curiosidade em assistir aquele filme comentado por todos, de procurar as atitudes perfeitas, nessa busca incessante de valores acabamos encontrando o vazio da nossa alma.
O anseio desenfreado por querer o melhor e mais caro, muitas vezes obstrui o que de mais belo temos: a satisfação e valorização pelo que é simples e que não se compra através do dinheiro.
Muitas vezes sofremos por dizer não aquele convite realizado por alguém a quem amamos. Mas identificar que muitas vezes queremos nos satisfazer através da nudez de nossa alma e que os lugares da moda ou os objetivos alheios não trazem o nosso bem estar, é o mais honesto e diz muito sobre quem somos.
Simplicidade e leveza talvez nos faça refletir sobre o que de fato devemos alcançar como seres humanos.
Talvez as nossas debilidades só sejam percebidas no momento da dor, ou no instante em que estamos refletindo sobre o significado de estarmos vivos.
Quem sabe através dessa busca pelo nosso "eu" consigamos alcançar o nosso objetivo vital que é a nossa evolução espiritual.
O principal da vida está em perceber que somos felizes com pouco o sorriso de uma criança alegra mais que um presente caro, que o tempero mais saboroso está nos alimentos preparados com amor, que o lugar mais badalado é exatamente aquele onde encontramos a paz. A perfeição não é desse mundo e que o filme mais bonito é aquele que contamos através da nossa própria história.
Poder vital
A efemeridade em querer determinadas situações e ações da vida caminham junto com a nossa maturidade. O entendimento vem com o tempo e somos direcionadas a buscar o que nos move a partir do nosso encontro interno.
Vivemos muito o imediatismo e os modismos de querer aquilo que "talvez" conserve o jardim do outro sempre verde. Mas a percepção do real e verdadeiro está bem diante de nossos olhos e nem sempre é de fácil percepção.
Enfrentar os nossos anseios e desejos contidos, requer análise sobre o que realmente importa para alcançarmos o elo com uma evolução vital. O auto conhecimento exige disciplina e força de vontade e somente através do nosso esforço alcançamos o poder enraizado em nosso subconsciente.
Amadurecimento
Tentamos ser diferentes, inovar e brilhar em todos os campos de nossas vidas, propomos mudanças, acreditamos na retomada, ainda temos esperança e muita força de vontade. Isso se repete em todos os ramos, seja em nossas famílias ou no círculo profissional. Não tememos alterações, temos a sensação de que somos jovens eternos e estamos preparamos para as novidades. E até quando as novidades serão assimiladas com tanta abertura e facilidade? Até quando teremos tamanho envolvimento e disposição?
Com o passar dos anos também vamos amadurecendo e formando opiniões, ainda somos os mais jovens em ambientes profissionais, ainda somos as ideias do futuro, mas até quando?
Comportamentos impulsivos são vistos como positivos em determinadas situações, normalmente vinculados à maturidade pessoal e à experiência de vida das pessoas, o que não elimina a evolução e a possibilidade de estagnação.
Fato é que estamos envelhecendo, ou melhor, amadurecendo, e com isso nossos pontos de vista vão se enrijecendo. Os efeitos de cada situação se amoldam aos nossos perfis e cada dia mais temos a certeza de nossas verdades pessoais. Verdades essas até então não oponíveis, mas hoje expressas e determinadas.
O Poder do Perdão - Uma longa viagem
Após assistir ao filme “Uma longa viagem”, me deparei
com uma grande reflexão sobre o poder do perdão.
Amor Incondicional
E Deus criou o homem a sua imagem e semelhança. Valorize essa lógica e confie em um bem superior, capaz de transformar qualquer ser a seguir a palavra do amor.
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