Palavras vazias nos são ditas a todo momento, por quem amamos, por desconhecidos. Palavras vazias não preenchem sentimentos ou significados, não devem doer, mas frequentemente nos causam sofrimento. Se podemos discernir entre o nível de qualidade de uma palavra? Na maioria das vezes não. É por isso choramos e nos magoamos, e rebatemos a realidade com mais palavras vazias. Somos autores delas, somos alvo delas. Por isso resumimos, economizamos nas palavras.
Traçamos o que podemos e como queremos ser. Acreditamos que a união pode transformar a maneira como vivemos e existimos no mundo. A força feminina é fundamental para definir o papel de qualquer ser que na terra habite. Somos responsáveis pela criação. Blog criado e dedicado a todas as mulheres, afinal, dentro do universo feminino, Somos Uma Só.
Mostrando postagens com marcador sentimentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sentimentos. Mostrar todas as postagens
Palavras vazias
Palavras vazias nos são ditas a todo momento, por quem amamos, por desconhecidos. Palavras vazias não preenchem sentimentos ou significados, não devem doer, mas frequentemente nos causam sofrimento. Se podemos discernir entre o nível de qualidade de uma palavra? Na maioria das vezes não. É por isso choramos e nos magoamos, e rebatemos a realidade com mais palavras vazias. Somos autores delas, somos alvo delas. Por isso resumimos, economizamos nas palavras.
Luta diária
A luta diária travada no interior de nossos corações muitas vezes extrapola o próprio órgão e invade nossas mentes, nos inundando dos mais variados sentimentos de braveza e consciência. Essa luta compreende o bom senso e a justiça, o mal e o desejado, o insensato e o maravilhoso. Pouco controlamos os exércitos que se deslocam com grande facilidade da direita para a esquerda do peito, por vezes tumultuando um dos lados e latejando a dor do amor. Nossas percepções são imediatamente tomadas de valores e conceitos prévios, que discutem incessantemente pela melhor posição nas fronteiras. As ações e as emoções se golpeiam fortemente, e nesse entrave nos permitem amar, chorar, sentir ódio ou felicidade. A luta diária nunca tem fim, é essência do ser humano, é partícula vital. Razão nenhuma consegue estabelecer a paz, unicamente a ordem provisória e recentemente polvorosa.
A sinceridade do olhar
Um olhar pode revelar mais do que mil palavras e ações, pode permitir ou negar, abrir ou fechar, concordar ou abominar.
Um olhar pode ser a mais fiel identidade de uma pessoa, aquilo que ela não consegue esconder, muito menos dominar.
O olhar tem vida própria, quando as lágrimas vem, não há como controlar. Quando a raiva se instala, também o olhar se enrijece. Nos momentos de paixão, um brilho excessivo emana dos olhos que parecem ter a cor perfeita.
O olhar demonstra sentimentos, aparenta sensações, provoca reações, incentiva decisões, indica o prazer e a tristeza, proporciona dúvidas, aponta a calma ou a angústia.
O olhar pode ser uma arma, ou uma válvula de escape. Representa a ambiguidade, força e fraqueza, beleza e cansaço, malícia e sabedoria.
O olhar transmite a mais pura sinceridade, os olhos são a janela da alma.
Racionais ou Passionais
Certo dia me peguei conversando com grandes amigas sobre a forma como lidamos e encaramos a vida e seus acontecimentos. Discutimos sobre duas características mais marcantes e visíveis aos olhos de quem está a nossa volta, e chegamos à conclusão que poderíamos estar divididas em dois simples grupos: o das passionais e o das racionais.
Faço aqui a ressalva de que essa divisão é meramente lúdica, pois, no íntimo, sabemos que somos fruto da fusão de diversos sentimentos e características, bem como nunca estaríamos rotuladas em uma só palavra. Mas, para quem inventou a brincadeira, vamos logo às conclusões! O teste funcionou, porém falhou. Ninguém acertou, mas todas acertaram!
Mulheres passionais: calmas e tranquilas, até quando recebem o alerta de perigo. Sentem muito amor, muita dor, muita saudade. São infinitamente calorosas, choram, desabafam, são impulsivas e ainda raciocinam antes de esbravejarem. Perdoam por amor, tem o coração mole, lutam com extrema força, empenham todos os seus esforços, sabem esperar, conhecem seus limites, finas estrategistas, perfeitas dominadoras, demonstram coragem, esbanjam sorrisos, são extremamente passionais!
Mulheres racionais: nervosas, ansiosas, desconfiadas. Embora acreditem ser um sinal de fraqueza, por vezes não conseguem engolir o choro. Choram, choram com vontade, mas sabem quando e de quem se esconder. Amam com intensidade e fazem planos a todo momento! Decepcionam-se com mais facilidade. Pensam no plano B, traçam a estratégia para se reerguer. Não desanimam nunca, ou mudam a meta e se desanimam demais. Pensam, pensam, pensam, desistem do plano e deixam o barco correr. Perdoam quando acreditam na justiça. Sensíveis aos elogios, avessas à fraqueza. Acreditam conhecer seus limites. Colecionam sucessos, vitórias e amores. Extremamente racionais!
Eu? Um pouco disso, um pouco daquilo...
Vocês? Ah, com certeza também não se encaixam em um só grupo...são mulheres...daquelas mais perfeitas que existem!
Simplesmente porque somos passionais e racionais simultaneamente! Amamos com intensidade sim, mas também com a moderação da expressão de sentimentos! Choramos igualmente, por vezes raivosas, por vezes desabafando. Nutrimos nossas raivinhas, ora passageiras, ora cicatrizes. Acreditamos no amor, o perseguimos. Erramos na passionalidade, agimos com racionalidade. Exageramos na racionalidade, dosamos com passionalidade. Enfim, somos mulheres, somos tudo junto e misturado. Somos sentimentos calmos, agitados, somos certezas e dúvidas. Somos paixão, somos razão. Não temos fórmula, não viemos com manual de instrução, não temos roteiro certo, às vezes temos o plano perfeito. Somos perfeitas! Somos uma só!
Controle da situação
Nos dizemos dotadas de sensatez e controle emocional, muito seguras de nossa capacidade, avessas às crises de ódio e...realmente bancamos essas características até que...até que o primeiro descontrole de atos nos retira bruscamente da zona de conforto. Até as mais desorganizadas contam com certo método de organização e planejamento. Ponderamos nossas decisões na maioria das vezes e utilizamos da nossa experiência pregressa para prever resultados e conclusões. Levamos todos os âmbitos vitais dessa maneira, calculando e produzindo resultados, desde nosso lado mais sentimental até o mais objetivo e numérico. Porém, quando uma estatística desvia da meta, muitas vezes não estamos preparadas para a rápida e imediata estabilização. Parâmetros perdidos nos provoca a perda de outros controles até então inquestionáveis. Parar a produção inteira para dar um passo atrás na tentativa de recuperar um dos fatores, pode representar a perda total de domínio da situação. E nesse momento nos vimos acuadas e recatadas diante de nossas fraquezas. O controle se esvai em minutos e o semblante enrijece automaticamente. Muita agua deve correr até que os parâmetros vitais voltem ao normal. Muitas lágrimas podem cair, gritos e angústias podem nos escapar. E quando o tempo determina que é hora de retomar o controle, lá estamos nós prontas e esperançosas de não mais deixar a peteca cair.
A arte de escrever
A inspiração para escrever vem nos momentos mais surpreendentes, quando temos um problema em mente a resolver ou quando estamos no auge da felicidade. Escrever não é simples como parece, requer muita disciplina e dedicação. Delimitar bem o tema é importante para não perder a sequência lógica. Identificar os principais aspectos a serem abordados nos auxilia a seguir em frente com as palavras adequadas. Escrever exige método e disciplina, requer força de vontade e concentração. A escrita tem um poder avassalador de transmitir mensagens que por vezes as palavras verbais não se prestam. Trata-se de uma sutileza nas escolhas, uma dança de ideias e pensamentos combinados que dificilmente teriam mesmo significado quando verbalizados. Mensagens escritas tem o poder e a genialidade de transpor barreiras do espaço e do tempo, sobreviver à distância, à rotina e à ansiedade. Atingem diferentes pessoas nas situações mais diversas, ora motivando, ora cativando. Escrever limpa a alma e alivia a mente.
Lidando com os sentimentos
Durante nossas vidas vamos tendo contatos e experiências com os mais diversos sentimentos, desde os mais genuínos e positivos até os mais negativos e pessimistas. Não controlamos nossos pensamentos e os sentimentos nos invadem subitamente como se não controlássemos nosso emocional. Porém, mesmo com a turbulência interna e todos os anseios dentro do peito, nos pegamos tocando a vida tranquilamente como se fôssemos perfeitamente tranquilos e felizes, controlando nossas reais emoções e desviando daquilo que nos faz sofrer. E dessa forma escondemos nossos sentimentos e não deixamos transparecer nosso verdadeiro estado de espírito. Nos calamos por falta de confiança no próximo, ou por introspecção. Sentimos acuados diante dos bons momentos alheios e não nos permitimos demonstrar a decepção. Precisamos ser fortes e controlados o tempo todo, e mesmo que apenas externamente, é assim que agimos. A demonstração dos sentimentos negativos nos parece sinal de fraqueza, este sinal nos coloca em posição de desvantagem. Não queremos ser vistos sob o manto da fragilidade, queremos ser fortes e perseverantes. Demonstramos apenas as ações em função de pretenções melhores, não há espaço para negativismo durante nossos atos. Embora não deixemos nossa realidade emocional transparecer, somos fruto dessas emoções e elas nos influenciam diretamente nos atos expostos. Por isso devemos tentar controlar nossas mentes para produzirmos cada vez mais sentimentos de paz e tranquilidade em relação às mais diversas situações a que somos expostos. Devemos manter a paz interior para que ela acione a paz exterior. Não adianta sermos felizes para a opinião alheia, aos olhos externos. Precisamos ser felizes internamente, sentindo a vida com nossos corações.
Momentos
Todos carregamos as nossas alegrias e as tristezas em nosso peito. Somos as somas de todos os sentimentos que vamos vivendo ao longo dos anos. As vezes a balança desequilibra e os sentimentos se interpõem. Somos um misto de sensações e desejos. Os mistérios que nos envolvem são infinitos, e assim vamos aprendendo com as nossas experiências. Que o nosso coração seja o guia de nossas vidas e que cada momento se torne único e especial.
Presente
Quando acordamos já somos convidados a escolher como será o nosso dia.
Em nosso cotidiano vamos moldando o percurso conforme o nosso estado de espírito.
Temos o livre arbítrio para definir exatamente como nosso estado emocional irá influenciar nossas relações e pensamentos.
Podemos vestir o nosso melhor sentimento, colorir a nossa alma com as cores mais vibrantes, cantar as canções mais emocionantes e sentir flutuando no palco da vida.
Essas escolhas dependem somente de nós, podemos escolher ser feliz e derramar bons pensamentos por onde quer que formos.
Nunca deixe nas mãos de outra pessoa a responsabilidade de suas escolhas.
Somos donos das nossas ações e essas definem exatamente como iremos seguir.
O momento presente é o mais precioso de todos, por esse motivo vista-se de si mesmo e seja quem você gostaria ter por perto.
Convivência harmônica
Em todos os momentos sofremos por não corresponder as expectativas depositadas, sofremos por não conseguir ser quem as pessoas esperam que sejamos. Sofremos por dar importância a esses sentimentos que acabam por minguar as nossas energias.
Convivemos constantemente com pessoas que reclamam o tempo inteiro de tudo e de todos.
Nada satisfaz, tudo é um fardo a ser carregado. A convivência diária com essas situações e pessoas torna-se uma batalha constante.
E o simples fato de existir causa incomodo.
A falta de amor próprio ou de um objetivo concreto de vida, atrapalha o convívio entre aqueles que nasceram para a infelicidade.
Devemos respeitar todas as pessoas com quem convivemos e aprender a amar cada ser da maneira exata que ela age e vive, sem tentar entender ou criticar as suas ações.
A tentativa de se adequar ao que o outro espera de nos não deve existir, simplesmente devemos seguir exatamente como somos.
Afinal, somos indivíduos diferentes e devemos seguir os nossos instintos mais primitivos, sem deixar que palavras ou gestos que nos desagradem modifiquem quem realmente somos.
A análise de nossas ações devem ser realizada para que uma conversa desagradável não se torne freqüente por uma simples falha de conexão.
Que essas experiências sirvam de lição para harmonia das convivências diárias em todos os ambientes.
Inquietude
Muitas vezes nos pegamos agitadas, quando o coração parece sair pela boca, uma sensação de contrariedade não nos deixa, a inquietude parece crescer. Parece não Não há razão, outras vezes lutamos contra a causa. Não controlamos nossos sentimentos, apenas tentamos ser racionais para evitá-los.
A racionalidade nos impulsiona a seguir e a enfrentar nossos medos, o real nos prende ao correto e não ao prazeroso. Temos discernimento e por isso sofremos com as hipóteses. Acreditamos no verdadeiro e evitamos ao máximo as dúvidas, mas elas sempre estarão presentes, podendo por vezes nos atrapalhar e causar a inquietude no coração. Nada nos passa despercebido, pelo menos não as razões que nos importam.
Mas ainda nos pegamos fraquejando, sabemos o caminho ideal a seguir e choramos internamente por não seguir o outro caminho. Nossa mente agitada nos põe a questionar os sistemas, as pessoas, as relações. Nos tornamos céticas e convivemos com o receio de viver. Esquecemos os problemas durante o dia, aliás, são tantos outros a resolver. Mas a noite o coração retorna aos pensamentos, nossos desejos voltam a borbulhar, queremos mas não podemos, ou podemos mas não queremos. Vamos vivendo, vamos lutando e tentando persuadir os pensamentos.
O mundo repentinamente parece um potencial, fica em estado de latência, a realidade passa a ser nossa imaginação. Sonhamos e nos movimentamos. Traçamos metas, as quebramos. Mudamos de ideia, adormecemos.
A racionalidade nos impulsiona a seguir e a enfrentar nossos medos, o real nos prende ao correto e não ao prazeroso. Temos discernimento e por isso sofremos com as hipóteses. Acreditamos no verdadeiro e evitamos ao máximo as dúvidas, mas elas sempre estarão presentes, podendo por vezes nos atrapalhar e causar a inquietude no coração. Nada nos passa despercebido, pelo menos não as razões que nos importam.
Mas ainda nos pegamos fraquejando, sabemos o caminho ideal a seguir e choramos internamente por não seguir o outro caminho. Nossa mente agitada nos põe a questionar os sistemas, as pessoas, as relações. Nos tornamos céticas e convivemos com o receio de viver. Esquecemos os problemas durante o dia, aliás, são tantos outros a resolver. Mas a noite o coração retorna aos pensamentos, nossos desejos voltam a borbulhar, queremos mas não podemos, ou podemos mas não queremos. Vamos vivendo, vamos lutando e tentando persuadir os pensamentos.
O mundo repentinamente parece um potencial, fica em estado de latência, a realidade passa a ser nossa imaginação. Sonhamos e nos movimentamos. Traçamos metas, as quebramos. Mudamos de ideia, adormecemos.
Despedidas
Despedidas nem sempre são tranquilas. Passam do choro ao abraço, do melodrama à tristeza e, muitas vezes, ao alívio.
Despedidas encerram ciclos e reiniciam simultaneamente novas fases. Não nos acostumamos a despedir, frequentemente temos a sensação de perda, de distanciamento, mesmo que o ciclo seja breve. Não há padrão nas despedidas, cada um se comporta de uma forma, com determinado sentimento, com determinada reação.
Partidas e chegadas intensificam o coração, aquecem e esfriam, aceleram e desaceleram. São filhos viajando para intercâmbios, amigos partindo para novas aventuras, irmãos nos deixando para iniciar novos projetos, maridos e esposas viajando a trabalho.
Não importa a situação, despedidas são sempre um turbilhão de emoções, por vezes incontroláveis, outras amigavelmente aceitáveis.
Fato é que neste momento todas as implicâncias desaparecem num passe de mágica, todo o rancor ou os desacertos do dia anterior se desintegram e somente a possibilidade da ausência ocupa todo o pensamento.
O amor ressurge imenso e ardido, desta vez não correspondido pela distância. E na despedida lágrimas são trocadas, assim como abraços e carinhos, declarações são realizadas e o amor é mais uma vez comemorado.
Despedidas encerram ciclos e reiniciam simultaneamente novas fases. Não nos acostumamos a despedir, frequentemente temos a sensação de perda, de distanciamento, mesmo que o ciclo seja breve. Não há padrão nas despedidas, cada um se comporta de uma forma, com determinado sentimento, com determinada reação.
Partidas e chegadas intensificam o coração, aquecem e esfriam, aceleram e desaceleram. São filhos viajando para intercâmbios, amigos partindo para novas aventuras, irmãos nos deixando para iniciar novos projetos, maridos e esposas viajando a trabalho.
Não importa a situação, despedidas são sempre um turbilhão de emoções, por vezes incontroláveis, outras amigavelmente aceitáveis.
Fato é que neste momento todas as implicâncias desaparecem num passe de mágica, todo o rancor ou os desacertos do dia anterior se desintegram e somente a possibilidade da ausência ocupa todo o pensamento.
O amor ressurge imenso e ardido, desta vez não correspondido pela distância. E na despedida lágrimas são trocadas, assim como abraços e carinhos, declarações são realizadas e o amor é mais uma vez comemorado.
Realidade paralela
Vivemos nossas realidades de forma física e presencial. Sentimos, escutamos, cheiramos, temos impressões diversas e acreditamos estarmos vivendo. Respiração ofegante nos envolve em medo e aflições, e em um simples piscar de olhos acalmamos nossos corações e relaxamos a alma mundana. Boicotamos nossos próprios pensamentos e em outras situações encorajamos nossas viagens ao além. Somos tato e sentimentos, luzes e escuridão. E como saber se realmente vivemos? Nossos sentidos realmente estão presentes ou são meros pensamentos de prazeres. Realidade paralela ou fatídica? Estamos materializados ou somos energia vital? Sofremos e nos alegramos em diversos momentos, sabemos manipular nossas atitudes e até controlar nossa imaginação. Estamos aqui ou lá? E o que dizer da realidade? Nada sabemos, fato. Mas o mais importante do que sentir-se presente, e sentir-se amada e querida, independente da realidade ao nosso redor.
Vida a Dois
Aprendemos desde a nossa infância que somos seres que necessitam compartilhar a sua vivência. Trocamos experiências e expectativas sobre como uma vida a dois é cultuada pela nossa sociedade.
Somos levados a identificar situações que atraiam alguém para dividirmos a nossa biografia. Quando crianças, acreditamos que o melhor caminho para a felicidade é encontrar a nossa “alma gêmea”. E ao longo da nossa história, vamos percebendo que essa procura incessante pelo outro bloqueia o que realmente importa: encontrarmos o nosso eu individual pleno e feliz, para que, após esse encontro, criarmos um vínculo afetivo amoroso saudável.
Chegada a “hora” da escolha, ficamos divididos e nem sempre temos a certeza de que estamos realmente desenvolvendo a melhor alternativa, talvez essa dúvida venha das nossas experiências frustradas de encontrar casais plenamente felizes. Mas, mesmo com todos os enigmas, nossa proclamação se concretiza.
Percebemos que as pressões sociais moldam em muitos momentos as nossas definições e / ou percepções sobre o que realmente importa para sermos felizes. A conquista do matrimonio não deve ser o objetivo principal da nossa existência e sim a constituição de um lar de respeito e amor incondicional.
O convívio a dois requer paciência e muitas concessões. A ideia de uma aliança perfeita é irreal e denota alguns equívocos para aqueles que acreditam nessas premissas. Somos seres imperfeitos e cada um carrega dentro de si uma carga evolutiva individual e familiar que conduz todas as nossas deficiências afetivas. Por esse motivo, torna-se um preceito fundamental a tolerância e percepção de que o individualismo deve ser respeitado e cultuado em cada relação.
Laços afetivos de sucesso e sem atribulações são raros. Em todos os instantes convivemos com pares que não estão em sintonia e a convivência torna-se um fardo a ser suportado.
Em contrapartida, existem uniões em que os casais estão em perfeita harmonia e essas se tornam uma lição a ser seguida. O amor compartilhado é genuíno e conserva a serenidade entre os envolvidos. Entre os dois existe um laço de amor e compartilhamento de ideais que são fundamentais para estabelecerem esse vínculo. O equilíbrio conquistado pela relação fortalece e enaltece o entusiasmo de estarem juntos.
A relação amorosa é uma caixinha de surpresas e devemos vivê-la conforme sentimos confortáveis e felizes. Não devemos atribuir a nossa felicidade ao companheiro, afinal, uma intimidade se estabelece entre duas pessoas que são únicas e que possuem as suas individualidades. Somos responsáveis pelas nossas ações, e através delas é que realizamos uma convivência de paz e harmonia.
Assinar:
Postagens (Atom)








